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28/10/2009 - Crack o monstro da vez

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Ultimamente muito se tem ouvido falar nos efeitos devastadores do crack  na vida das famílias e do dependente químico.
Felizmente, a mídia formadora de opinião acordou para este problema também de saúde publica, fornecendo matérias esclarecedoras, sem pieguice nem contexto religioso, com pessoas idôneas e capacitadas a mostrar a verdadeira cara que o monstro do crack  tem.



Afinal, o que é esta droga?
Trata-se de uma pedra feita de cocaína e outros ingredientes, que é fumada em cachimbos. Assim que esta droga é fumada, alcança o pulmão, que por ser um órgão com grande superfície e muito vascularizado, leva à absorção instantânea da cocaína. Desta forma entra imediatamente na circulação sanguínea e dentro de mais ou menos   quinze  segundos  atinge o cérebro, fazendo com que os efeitos pareçam mais rapidamente que qualquer outra droga.



A “onda” do crack, ou seja, os efeitos, duram em média cinco minutos. Daí, a facilidade com a qual o usuário de uma única vez se vicia irremediavelmente: ele quer mais, mais e mais, numa total compulsão.


Outro fator que colabora para o vício é o baixo custo da pedra de crack, que é muito mais barata que o pó – cocaína – dando a impressão que o usuário “economiza”. Mas aí está outra ilusão, porque a pedra tem quantidade mínima de substancia ativa, muito menor que o pó.Então, ele usa mais em menor tempo, passando às maiores baixezas para obter mais crack: vendem tudo, desde o próprio corpo, até a mãe, se puderem.



O uso do crack faz o indivíduo ter comportamentos violentos devido á irritabilidade e ao aparecimento de paranóias, alucinações e delírios.
Neste momento, a pergunta é: como saber se nosso filho,está usando crack?
Observando. Ficando de olhos bem abertos aos sinais:
Após o uso repetido, o usuário sente muito cansaço, intensa depressão e muita irritação. Em menos de um mês, a pessoa que está fumando crack perde entre oito e dez quilos de peso, o rosto fica vincado de forma peculiar, e no caso de adultos com vida sexual ativa, há perda total de interesse. Em pouco mais de um mês, ele perde todas as noções básicas de higiene, ficando com aquele aspecto deplorável comum aos usuários desta droga.



E agora, o que fazer?
Conversaremos sobre isto, na próxima semana.
Contem comigo, conto com vocês.



Irani de Castro
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