No rápido bate-papo com o repórter deste blog, Gugu conta que está focado em construir uma chapa forte de vereadores para o próximo ano, apostando em pessoas que representam a importância “real” da inclusão social, como portadores de deficiência na disputa por uma vaga no legislativo. “Queremos fazer duas cadeiras”, diz ele.
Em 2008, pelo PDT, Gugu teve 398 votos na eleição para vereador. Sobre a forma de se fazer política atualmente, ele resume: “A classe política é como um filme; e um trecho desse filme passa na nossa cidade. Parte dos nossos políticos tem uma película desse filme em seus ombros e suas consciências”, diz. “Ausente por três anos, parte dos políticos volta agora, frequentando mercados, padarias, bares...”
Vitor Carvalho
diz:
Marcos Ivan
diz:
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PRECISAMOS ACABAR COM ESSA COMÉDIA TRÁGICA Já passou da hora de os profissionais da política deixarem de se utilizar da democracia, garantida pela Constituição, como supostos representantes do povo. Nenhum vereador eleito conseguirá cumprir suas promessas de campanha se anunciar emprego, saúde, segurança, igualdade de direitos e cidadania plena. SImplesmente por não ter o poder de executar suas promessas. Nem poderá levantar a bandeira de representante do povo se, na maioria das vezes, pratica - quando eleito - o jogo do "que se dane o povo, vamos garantir nossa " boquinha"!". Representar o povo pressupõe, dentro da ética verdadeira, estar com o povo. Descer das confortáveis cadeiras da edilidade e se postar, mangas arregaçadas, na luta contra a falta de tudo: emprego, saúde, segurança, direitos iguais, deveres iguais, pela verdadeira cidadania. Já tem, até, "neguinho" usando verba de uma conceituada escola de formação profissional para promover seu nome pessoal, já com a assinatura que deverá utilizar em suas campanha eleitoral para a prefeitura. Sem considerarmos, quanto ao Executivo, nada estar definido em termos de candidatura homologada pelas convenções partidárias. Muitas pontes podem passar por sobre turvas águas da história de muitos políticos, mostrando a real história que merece ser contada pelo povo. Especificamente quanto ao Gugu, acredito que o mesmo continue sendo o "paladino solitário" que vai cutucar as onças com vara curta. Sem sucesso. Se a população tivesse noção de sua força opinativa e da força real de seu voto, poderia mudar os destinos da nossa existencia e criar melhores tempos e espaços para nossos filhos, netos, bisnetos. Se não começarmos a mudança agora, DANDO MORAL ao nosso voto, que tipo de moral teremos para cobrarmos daqueles que fazem festa com nosso dinheiro, autorizados pelo nosso voto? A trágica comédia produzida pelos fazedores de leis ou administradores do cumprimento destas, principalmente as municipais, só danifica as emoções da população. Sem deixarmos de lado que, além do voto, o patrocínio para todo tipo de anarquia que fazem com os nossos sonhos de melhores dias sai diretamente de nossos bolsos. Assim, "dar um tempo" na política é tentar fazer o povo se esquecer das estrepolias que muitos fazen durante quatro anos daquilo que eles consideram ser "o céu na terra". (´Só para eles...) |
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Marcos Ivan
diz:
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Correção No último parágrafo, onde está escrito "fazen", favor considerar o correto: "fazem". Convido aos internautas do Vale News a visitarem meu blog: www.dyssoedakylo.blogspot.com. |
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Nascido no dia 5 de agosto de 1987, em Pindamonhangaba, Giovanni é formado em Jornalismo pela Universidade de Taubaté (2009). Apaixonado por Automobilismo, Política e Carnaval, gosta de palpitar em todos os ramos...














