
“Temos a operação durante todo o ano, mas nessa época aumentamos o número de funcionários na atividade devido à quantidade de buracos”, disse o secretário.
Segundo ele, embora o serviço esteja intenso, é provável que apareçam novos buracos e que o trabalho de tapa-los deva ser refeito. “O asfalto está úmido e há previsão de chuvas para a maioria dos dias à tarde. Assim, não há tempo de secar a massa asfáltica e ela fica instável”, explicou.
José Antenor Corrêa da Silva ressaltou outra questão fundamental. “Apesar de sabermos que os buracos podem reaparecer, nós temos o dever de arrumá-los e oferecer ruas e avenidas em perfeitas condições para a população”, finalizou.




















