A catalogação tem o objetivo de registrar e divulgar as peças que compõe o acervo histórico e zelar pela segurança das mesmas. O diretor de Patrimônio Histórico, Paulo Tarcízio, contou que em caso de dano, extravio ou furto, é preciso registrar o ocorrido junto ao IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
“Caso suma ou roubem algum artifício do museu, o IPHAN mantém um site de busca de objetos tombados. Portanto, com o catálogo esse trabalho pode ser efetuado com mais segurança e eficiência”, explicou o diretor.
Paulo contou também, que após ser completada a catalogação, será possível traçar um plano museuológico, cujo objetivo é definir a missão do patrimônio. Ele esclareceu que cada museu tem sua função, que varia de acordo com o acervo.
O material tem, em média, o registro de 13 livros e 5 mil peças diversas, que passaram por identificação, higienização, registro fotográfico, registro em ficha, embalagem, e, finalmente, a realização do relatório geral. O trabalho foi realizado pela Oficina 3, empresa especializada que foi contratada através de Pregão Presencial pela Prefeitura. A oficina tem entre seus clientes museus, fundações, órgãos públicos e privados, organizações não governamentais e colecionadores.
O próximo passo é providenciar a impressão do relatório de catalogação e distribuí-lo aos interessados. “O objetivo principal é publicar o material e disponibilizá-lo, pois assim todos poderão saber exatamente o que existe nas estantes do museu”.
A catalogação do acervo vai ser entregue dia 18 às 15h, no prédio do Museu Histórico e Pedagógico Dom Pedro I e Dona Leopoldina, localizado na rua Marechal Deodoro, nº 260, no centro.































