Imagem: divulgação

Tido com um dos meses mais movimentados, julho, provavelmente, será o período de maior visitação, só perdendo, por enquanto, para o mês de janeiro, também muito movimentado por ser época de férias.
Funcionando de terça-feira a sábado, das 8 às 17 horas, o museu recebe, em média, 70 pessoas por dia. Para receber, cada vez melhor seus visitantes e ampliar o leque de eventos culturais no município, o museu conta com diferentes exposições que acontecem no espaço térreo e no piso superior do prédio.
Confira a programação:
No térreo:
• Arte sacra, Artesanato Paulista e Honrarias do Palácio dos Bandeirantes
• Memória Viva - depoimentos em DVD - no auditório
• Memória da Escravidão, com bustos feitos pelo artista plástico Marcelo Denny
• Arte Egípcia- Egito Antigo - a exposição do artista Eduardo Vilela, contextualiza o único período monoteísta da civilização egípcia e a polêmica dinastia de Akhenathon
• Mobília do quarto de dormir do General Júlio Marcondes Salgado
• Móveis oriundos do Museu da Casa Brasileira.
No pavimento superior:
• Fotos Antigas de Pindamonhangaba - Ruas de Pinda - Mostrando as belezas dos casarões do ciclo do café, a exposição esboça o porquê do título "Cidade Imperial". A exposição resgata, através das fotografias, a memória da cidade, terra e barões e de cafeeiros de outrora.
• Fotos de Famílias pindamonhangabenses - A importância e a formação da sociedade pindamonhangabense através dos tempos e das imigrações. Ambas somaram para a formação desse povo tão hospitaleiro e agradável.
• Fotos do Grupo Escolar Dr. Alfredo Pujol
• Exposição Paleográfica - a arte da preservação dos mais importantes meios de preservação da história. Os documentos são os protagonistas nessa exposição que traz à tona verdadeiras relíquias.
• Bustos de pindamonhangabenses ilustres
• Pianos e rabecão
• Arte tumular
• Móveis oriundos do Museu da Casa Brasileira e de outros doadores




















