Imagem: divulgação

O diretor de Riscos e Agravos à Saúde, Adriano José de Brum, disse que a eliminação de moscas é um trabalho constante. “Aplicamos o veneno a cada seis meses. É um material que acaba com as moscas e fica alojado nas paredes dos túmulos – estendendo seu poder de eficácia contra os insetos”.
O diretor lembrou que o trabalho auxilia no combate aos focos criadores de dengue. “O veneno destrói larvas e o próprio mosquito da dengue – que pode ser procriado em vasinhos com água. Por isso, as pessoas devem levar flores em potes com areia, e não com água”.
Brum comentou que, embora o inseticida seja potente, ele não causa riscos às pessoas que freqüentam o cemitério. “É uma composição que não afeta o organismo de quem trabalha ou que visita os entes queridos. As cápsulas do inseticida só liberam toxina quando entram em contato com a quitina, uma substância que existe em abundância nos insetos”.
O diretor de Serviços Municipais, Sérgio Marcondes Guimarães, afirmou que o cemitério recebe trabalhos constantes. “Temos limpeza de todo o local e reformas. Tudo visando conforto às pessoas que visitam o cemitério”, completou.
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