O reajuste de 9% corresponde a 4,29% de reposição da inflação, calculada pelo INPC-IBGE da data-base da categoria, 1º de setembro, e mais 4,52% de aumento real.
Segundo o presidente do sindicato, Antonio Romeu Martins, o índice representa um marco histórico das campanhas salariais, pois é a primeira vez nos últimos 17 anos em que o aumento real equivale a mais que o dobro da inflação – 105,4%. Ele também ressaltou a participação da categoria como ponto fundamental para a conquista. “Quero dar os parabéns para todos os trabalhadores de Pinda que realmente acreditaram e, junto com metalúrgicos de todo o Estado de São Paulo, fizeram a diferença para que conseguíssemos essa conquista histórica”, disse.
“Fico feliz porque tanto nas portas das fábricas quanto aqui na sede do sindicato houve uma forte participação dos metalúrgicos. É uma prova de que estamos no caminho certo”, completou.
O G2 vai pagar o aumento salarial de 9% até o teto salarial de R$ 4.968,46 e acima deste valor será incorporado aos salários o valor fixo de R$ 447,16. Os pisos salariais também tiveram reajuste de 9%: para as empresas com até 50 funcionários ele passa para R$ 836,03; entre 51 e 500 passa para R$ 886,86 e nas empresas com mais de 500 trabalhadores o piso fica em R$ 977,23.
Em Pinda, o Grupo 2 reúne mais de três mil trabalhadores nas fábricas Confab Tubos, Confab Equipamentos, Socotherm, Dongwoo, Oversound, Max Líder, Hton e HPartner.
Os novos reajustes tanto nos salários como nos pisos entrarão em vigor a partir deste mês e serão pagos retroativos à data-base da categoria, que é 1º de setembro.




















