Foram apreendidos aproximadamente cinco mil e quizentos produtos, entre CD’s e DVD’s falsificados. Toda mercadoria foi encaminhada para o IC (Instituto de Criminalística), onde irá passar por perícia para a elaboração de um laudo de comprovação da falsificação. Os proprietários dos produtos apreendidos, ouvidos em declarações na DIG e responderão ao inquérito policial pelo crime de Violação de Direito Autoral, crime previsto no artigo 184 do Código Penal Brasileiro. Além de comercializarem produtos falsificados, os camelôs que operavam no entorno do Mercadão, ainda tomavam grande parte da calçada, dificuldado o trânsito dos pedestres. Este é um problema de fiscalização municipal, que não compete à polícia, mas, sim à Prefeitura e, pelo que observamos, não tem feito nada para coibir esta invasão às calaçadas.
DIG realiza ação de combate à pirataria na região do Mercadão em Taubaté
Vavá Beraldo - Policiais da DIG realizaram uma ação, na tarde de ontem, no entorno do Mercado Municipal, visando a repressão e apreensão de produtos pirateados. A ação, comandada pelo Delegado Marcelo Duarte, envolveu cerca de dez policias.
Foram apreendidos aproximadamente cinco mil e quizentos produtos, entre CD’s e DVD’s falsificados. Toda mercadoria foi encaminhada para o IC (Instituto de Criminalística), onde irá passar por perícia para a elaboração de um laudo de comprovação da falsificação. Os proprietários dos produtos apreendidos, ouvidos em declarações na DIG e responderão ao inquérito policial pelo crime de Violação de Direito Autoral, crime previsto no artigo 184 do Código Penal Brasileiro. Além de comercializarem produtos falsificados, os camelôs que operavam no entorno do Mercadão, ainda tomavam grande parte da calçada, dificuldado o trânsito dos pedestres. Este é um problema de fiscalização municipal, que não compete à polícia, mas, sim à Prefeitura e, pelo que observamos, não tem feito nada para coibir esta invasão às calaçadas.
Foram apreendidos aproximadamente cinco mil e quizentos produtos, entre CD’s e DVD’s falsificados. Toda mercadoria foi encaminhada para o IC (Instituto de Criminalística), onde irá passar por perícia para a elaboração de um laudo de comprovação da falsificação. Os proprietários dos produtos apreendidos, ouvidos em declarações na DIG e responderão ao inquérito policial pelo crime de Violação de Direito Autoral, crime previsto no artigo 184 do Código Penal Brasileiro. Além de comercializarem produtos falsificados, os camelôs que operavam no entorno do Mercadão, ainda tomavam grande parte da calçada, dificuldado o trânsito dos pedestres. Este é um problema de fiscalização municipal, que não compete à polícia, mas, sim à Prefeitura e, pelo que observamos, não tem feito nada para coibir esta invasão às calaçadas.




















