No local havia um bar e alguns quartos. No momento em que a polícia chegou ao local um casal estava tendo relações sexuais. Em depoimento à polícia, a moça disse que eles estavam se encontrando há algum tempo e que foram até o local apenas para utilizar um dos quartos.
Além do casal, estavam no local mais duas mulheres. Em depoimento a primeira das mulheres declarou ser garota de programa, mas que não trabalha no ali e, que estava apenas de passagem. A segunda testemunha disse que é garota de programa e que trabalha no local. As duas foram encaminhadas a delegacia para prestar depoimento.
A segunda testemunha ainda afirmou que mantinham encontros sexuais em troca de dinheiro. Revelou que parte desse dinheiro era entregue ao dono do estabelecimento para custear o aluguel do quarto.
Segundo o proprietário, o local estava fechado há cinco meses por falta de documentação. Ele relatou que como não tinha alvará para o funcionamento do bar, ele apenas alugava os quartos no fundo e o que acontecia no local ele não tinha controle.
Já os policiais afirmaram que, "o estabelecimento foi fechado provisoriamente pela polícia. Foi enviado um pedido para a Prefeitura para confirmar se a casa tinha alvará para funcionar como estabelecimento comercial. Caso tivesse, seria caçado devido às atividades ilícitas realizadas no local". A Polícia Civil informou que o dono do local vai ser indiciado pelo crime de facilitação de prostituição, ou seja, a exploração de mulheres que vendem o corpo. Para esse crime, a pena é de até 5 anos.
"É importante que a população continue fazendo as denúncias anônimas e ajudando a polícia a combater a criminalidade na região", destacou os policiais.




















